sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Escolha, vote, não anule e compartilhe....

Olá amigos!

A alguns dias das eleições, entre tantos textos, colunas e e-mail's que recebi falando do cenário eleitoral que está sendo apresentado. Preciso compartilhar, brilhante pensamento de Geraldinho Farias. Já postei minhas concepções sócio-política em alguns post's ao logo da Coluna Teologia. Entretanto, vale a pena compartilhar tal percepção madura e consciente. Ainda há tempo de escolhermos nossos candidatos sem sermos levados por modismos instalados por movimentações; sem paixão religiosa por "bancadas evangélicas"; sem partidarismo. Consistentes que o Executivo e o Legislativo precisa ser feito com seriedade por pessoas competentes, independente de raça, credo ou concepções que diferenciam das nossas. Deve ser uma politica livre, livre de partido sacralizado e demonizado, livre da percepção de que o novo vai ser o salvador da pátria e que o reeleito vai nos levar ao inferno.  Tem que ser maduro, pense, observe, anular não ajuda em nada. Política vai ser sempre política, com falha e corrupta, pois é feita por homens. Mas com sabedoria podemos fazer, elegendo candidatos competentes, uma política diferenciada.

Escolha, vote, não anule e compartilhe....

Gratia et pax,

Rebeca Caroline

CREDO POLÍTICO


Não voto baseado no ódio. Não foi o PT que ateou fogo em Roma; não foi o PSDB que mandou matar as crianças em Belém... Não odeio o PT; não odeio o PSDB. Canalize seu ódio para outrem, pra mim, não. Grato.

Não sou de direita, não sou de esquerda; menos do centro. O lado que estou está claro e assumido diante daqueles que convivem comigo – no meu comportamento, no meu trabalho e na forma de me relacionar com todos – sempre com transparência e ética.

Faça bom proveito dos rótulos e preconceitos que você deseja me impor.

Há políticos honestos e corruptos na direita, na esquerda e no centro. Admiro alguns do PT; admiro outros do PSDB. Não sacralizo nenhum partido; não demonizo nenhum partido. (Está na moda demonizar o PT. Não o faço).

Não pratico generalizações; são injustas. Por exemplo: O PMDB de Jáder, Sarney e Renan, possui quadros como Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos. Não devo afirmar: "o PMDB é fisiológico".

Não ocupo tribuna - qualquer que seja, as redes sociais, por exemplo, para denegrir, espalhar ilações, mentiras, calúnias, contra candidatos, coligações ou quem quer que seja. Minha liberdade de opinião tem seus limites: O respeito a outros.   

Não sou seguidor de um(a) Messias. Menos de Xapurí. Ingenuidade achar que um(a) “messias” dará um jeito neste país continental, com esta Constituição e essesistema partidário. Lero de “nova política” não me pega. (É mais “política” do que “nova”). Não acompanho política a cada período de 30 dias que antecedem uma eleição, e a cada dois anos. Esse não é meu caso. Por isso, uma "onda" pra mim nada significa. Marias podem ir com as outras. Não me chamo Maria. Que pode ir pra onde quiser. E pode ser seguida por quantas marias quiserem. 

Se quiser compartilhar seu candidato, fique à vontade. Mas não o faça como que me catequizando, como se eu precisasse de um tutor para votar. Agradecido.

Voto não se proíbe; voto não se impõe. Não compartilho minhas escolhas porque a chance de você não respeitar quem pensa diferente é quase certeira. O voto é secreto.

Candidato que usa título “sacro”, antecedendo o nome – padre, pastor, evangelista, missionário ou “santa”, pra mim não quer dizer absolutamente nada. Não estou escolhendo um padre para uma paróquia. Estou escolhendo meus líderes no Executivo e Legislativo. Os grandes escândalos da república nas últimas décadas foram protagonizados ou encabeçados pelos tais "evangélicos". Tem bispo na Papuda; tem filme com a “oração da propina” (“mensalão” do DEM, Brasília). Nota: Neste sentido não sou evangélico; não sou pró-bancada evangélica (que é mais “bancada” que evangélica).

Respeito as autoridades. Não odeio a presidente ou o governador. Mesmo de partidos que não simpatizo. Dou o que exijo de todos: Respeito! Meus pais me ensinaram a respeitar os mais velhos, as autoridades, amigos e inimigos – quando ou se houver.

A corrupção não é azul. Não é vermelha. Não me persuada que ela tem cor. E que ela foi inaugurada no mandato de X ou de Y. A corrupção é de nossa natureza e endêmica.

Antes de se indignar contra esse ou aquele corrupto: Não fure filas; não sonegue o IR; cumpra seus compromissos; não manche reputações com denúncias sem provas (fofocas)... xingar um político e não agir com transparência e honestidade explica nosso declínio.

Discuto políticas públicas; propostas; planos; depois, avalio se foram/são cumpridos; se são razoáveis; se farão sentido e resultado para a população. Penso política diariamente. Antes, durante e depois de um mandato.

Não ataco pessoas. Não ataco candidatos. Prefiro a força do argumento ao argumento da força. Se você o faz, dispenso-o. Guarde sua energia. Hoje sou menos apaixonado e mais analista.

O país é democrático. Eu respeito suas escolhas. Compreendo sua dificuldade em respeitar as minhas. As minhas também são questionáveis. Qualquer pessoa poderá questioná-las. Isso para mim não é nenhum problema.

Se quiser saber minhas opiniões e meus votos, pergunte-me. Assumo o que penso. Mas não sou um militante cegamente apaixonado.

Minhas amizades não estão ameaçadas pelas escolhas de meus amigos – diferentes das minhas. Amizades não tem preço. Nem mesmo o de perde-las por causa de uma cor político-partidária. Se a recíproca não for verdadeira, lamento.

Elevemos o debate: Viva a maturidade! By Geraldinho Farias
(http://lideralpinista.blogspot.com.br/2014/09/credo-politico.html)

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